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Ninfa
Written by Rafael   
terça, 19 agosto 2008
NINFA 
Last Updated ( terça, 19 agosto 2008 )
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Sul do Chile: AÍ TEM TRUTA! E MUITO MAIS.
Written by Luiz Almeida   
quinta, 27 agosto 2009

SUL DO CHILE: AÍ TEM TRUTA! E MUITO MAIS.

I – INTRODUÇÃO

A Patagônia Chilena é região de beleza agressiva, com as quatro estações bem marcadas, mas onde as temperaturas baixas são dominantes, mesmo no verão. O vento forte é constante, só cedendo no inverno, quando tudo se congela. Não é por outra razão que Balmaceda tem o título de “Ciudad del Viento”. A minúscula vila, porta de entrada para a região, fica a duas horas de vôo ao sul de Santiago e abriga um aeroporto com a surpreendente capacidade de receber grandes aviões comerciais.

Nessa temporada, voltamos à cidade de Coyhaique, província de Aysén. Coyhaique dista cerca de 50 Km de Balmaceda e também é submetida a ventos intensos (inferiores aos de Balmaceda) o que é um tremendo desafio para os praticantes da pesca com mosca. Fato curioso é que ao se parar o carro no estacionamento do aeroporto, isso tem que ser feito respeitando a direção do vento, colocando-se o veículo de frente para onde ele sopra. Do contrário, se pode produzir mossas na lataria ou forçar as portas ao abrí-las. Lá nos reencontramos com Nino e Elsa, que já nos atenderam bem em outra ocasião. Assim, na primeira fase de nossa jornada, pescamos com os guias durante sete dias. Depois, pescamos por mais oito dias por conta própria, onde aproveitamos para melhor conhecer a região. Tentaremos, da forma mais breve possível relatar a emoção desses dias, agregando informaçoes que acreditamos úteis ao entendimento da vida nessa região ainda bem preservada de nosso planeta.

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Up-stream and down-stream
Written by Rubens Gorben   
quinta, 12 junho 2008

Pescando rio acima e rio abaixo.

 

Apenas dois nomes entre as diversas formas de se pescar a mosca.

Foto por Eloy Labatut

Na verdade, estão mais relacionados a forma de apresentação da mosca declaradamente do que a estilos distintos de pesca, pois podem ser utilizados com qualquer tipo de isca, dependendo do trabalho de apresentação que quiseres proporcionar ao peixe, mas isto também pode fazer com que determinadas moscas sejam mais propensas a uma forma de pescar do que de outra.

Por exemplo: na pesca com emergentes, é natural utilizar curtos arremessos corrente acima para se obter melhor controle sobre o trabalho da isca, chamo de curtos arremessos entre 0 e 9 metros da linha de fly sem considerar o leader, mas o ideal para as emergentes são os lances perpendiculares ao fluxo ou a 45 graus acima ou abaixo do mesmo além dos lances corrente abaixo propriamente ditos, pois estes são os arremessos que vão te proporcionar o máximo aproveitamento da deriva e o máximo de naturalidade no nadar ou emergir da mosca, sendo possível pescar por “looongos” minutos sem precisar refazer o arremesso, apenas controlando as recolhidas e as derivas da isca, para que ela imite os movimentos emergentes bem como os movimentos de retorno ao fundo que as ninfas costumam fazer frenéticamente, ensaiando a eclosão na forma de freqüentes visitas à superfície enquanto passam pelo amadurecimento final até possuírem gases suficientes para romper sua enxúvia na altura do dorso torácico, obtendo assim, toda a liberdade de movimentos necessários para quebrar a dureza superficial da água, muitas vezes antes de se afogar pois nesta última fase deixam de respirar pelas branquias.


 

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